O texto sugere uma lógica de classificação de débitos: os que travam a emissão de certidão, cobranças já judicializadas, valores protestados, obrigações recentes e passivos históricos.
Essa organização evita negociações mal dimensionadas, como aderir a um parcelamento sem considerar débitos mais urgentes que exigem outra estratégia.
A transação tributária, por exemplo, costuma ser mais vantajosa quando o passivo já está mapeado por prioridade e origem.
